Inicial
Created by André Luiz Gonçalves, last modified by André Luiz Gonçalves 13 Out 2009, at 12:41 PM
RSS
Destaques
Cursos
Uma das dificuldade enfrentada pelos municípios é o treinamento dos funcionários quando uma ação concreta é realizada, como uma migração por exemplo.
Software Livre
Softwares Livres para as unidades da federação disponibilizados como Software Público Brasileiro seguindo as prerrogativas legais do Pais de acordo.
Pacote de Escritório
É de uma grande importância para todos os usuários uma ferramenta contendo editor de textos, planilha eletrônica, editor de apresentações e outros.
Created by André Luiz Gonçalves, last modified by André Luiz Gonçalves 13 Out 2009, at 12:41 PM
Destaques
Created by Christiane Zim Zapelini, last modified by Christiane Zim Zapelini 16 Set 2009, at 02:30 PM
This is the default start page of XoWiki. You can edit this page and save it to provide a personalized look of the XoWiki instance. You can as well provide a different index page through configuration. You can also view the contents of the Wiki in a weblog style. For more details, consult the XoWiki documentation.
A user can define notifications for the whole XoWiki instance (by clicking on the notifications button in the menu bar or for categories (by clicking on the letter symbol next to the category entries at the bottom of the page)
| Título da Página |
|---|
| No Data |
| Título da Página | Visits | Visitors |
|---|---|---|
| Pagina Inicial | 1311 | 12 |
| Inicial | 307 | 10 |
| Index Page | 240 | 7 |
| Histórias de Sucesso | 177 | 7 |
| Portal Convênios | 176 | 7 |
| Informações sobre Cursos | 147 | 5 |
| Publicações | 122 | 10 |
| Sobre | 120 | 3 |
| Apoio a Inclusão Digital | 84 | 5 |
| Orientações Úteis | 83 | 4 |
Created by Luis Felipe Costa, last modified by Christiane Zim Zapelini 11 Set 2009, at 05:00 PM
Clique aqui e baixe o arquivo
Clique aqui e baixe o arquivo
Clique aqui e baixe o arquivo
Clique aqui e baixe o arquivo
1.LEI Nº 15.425, DE 18 DE OUTUBRO DE 2005
2.DECRETO Nº 6.806, DE 22 DE OUTUBRO DE 2008
Cartilha Software Livre de Goiás
A arquitetura e-PING – Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico – define um conjunto mínimo de premissas, políticas e especificações técnicas que regulamentam a utilização da Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) no governo federal, estabelecendo as condições de interação com os demais Poderes e esferas de governo e com a sociedade em geral.
Clique aqui e acesse suas versões
Referência de Migração para Software livre
Clique aqui e baixe o arquivo
Clique aqui e baixe o arquivo
Clique aqui e baixe o arquivo
Clique aqui e baixe o arquivo1 em PDF
Clique aqui e baixe o arquivo2 em PDF
Os principais instrumentos jurídicos capazes de previamente assegurar de modo institucional a cooperação são os chamados “convênios”, os “contratos de repasse” e os “consórcios”, cumprindo a este Manual auxiliar na compreensão das duas primeiras espécies.
Este PDF é um Manual interativo, com links, comentários e atalhos para facilitar sua utilização, de forma intuitiva e dinâmica. Fique atento aos símbolos e aos caminhos que lhe serão oferecidos em todas as páginas.
Clique aqui e baixe o arquivo em PDF
O Protocolo Brasília formaliza a clara intenção de órgãos públicos para a adoção de formatos abertos de documentos ( padrão ODF – Open Document Format ) na troca de documentos eletrônicos entre seus signatários que logo na sua partida já contempla grandes instituições tais como: Caixa Econômica Federa, SERPRO, Correios, Dataprev, Ministério do Planejamento, ITI, Itaipu Binacional, dentre outras.
A escolha pelo Open Document Format está apoiada em alguns fatores críticos. Este padrão permite independência de fornecedor, autonomia do usuário, transparência, já que este padrão não apresenta o código binário escondido e é livre de royalties.
Clique aqui e baixe o arquivo em PDF
Clique aqui e baixe a publicação no DOU do Protocolo Brasilia em PDF
Dispõe sobre o processo de contratação de serviços de Tecnologia da Informação pela Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional.
Clique aqui e baixe o arquivo em PDF
Este documento foi produzido com software livre e financiado através de recursos do PNAFM.
Este trabalho está licenciado sob os termos da licença Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a criação de Obras derivadas 2.5 Brasil.
Clique aqui e baixe o arquivo em PDF
Publicado na Web licenciado Creative Commons. Este projeto se tornou uma referência nacional e internacional para quem deseja implantar um projeto de geoprocessamento corporativo com base em software livre e padrões abertos.
Clique aqui e baixe o arquivo em PDF
Este documento apresenta os resultados da pesquisa Impacto do Software Livre e de Código Aberto (SL/CA) na Indústria de Software do Brasil realizada pelo Observatório Econômico da Sociedade Softex em parceria com o Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp com o apoio do MCT. O objetivo deste estudo foi realizar um primeiro levantamento das formas de organização técnica e econômica de software livre e código aberto (SL/CA) no Brasil
Clique aqui e baixe o arquivo em PDF
Documento contendo informações sobre os principais projetos de Software Livre desenvolvidos ou em implementação na Europa, incluindo-se o poder público municipal
Clique aqui e baixe o arquivo em PDF
Artigo que trata da questão dos bens intangíveis e os desafios para a economia, com o título Os Bens Intangíveis e as Novas Fronteiras da Economia. Clique aqui
Created by André Luiz Gonçalves, last modified by Christiane Zim Zapelini 11 Set 2009, at 04:59 PM
| |
|
|
|||
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Created by André Luiz Gonçalves, last modified by André Luiz Gonçalves 08 Set 2009, at 12:00 AM
O Ministério do Planejamento, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), vai “exportar” a tecnologia do Portal do Software Público Brasileiro para países da América Latina e Caribe. O projeto, que vai selecionar de dois a cinco países para os quais serão criados portais de compartilhamento de softwares semelhantes ao portal nacional, será apresentado durante a Latinoware 2009.
Os países candidatos a receber um portal semelhante até agora são Paraguai, Uruguai, Chile, Equador, Costa Rica e Trindad e Tobago. Os interessados devem apresentar suas propostas à organização da iniciativa, que deve escolher os países contemplados até o fim deste ano. Após a seleção, os portais internacionais têm previsão de estarem prontos até o fim de 2011.
A criação de portais semelhantes em outros países será um primeiro passo para que, além de softwares brasileiros, programas de outros países possam ser compartilhados por mais nações, explica o coordenador do portal nacional, Corinto Meffe. Além disso, Meffe conta que o Portal de Software Público ajudou "no desenvolvimento econômico e social. Já existe um mercado baseado nestes softwares".
Atualmente, 29 programas desenvolvidos por órgãos do governo do Brasil já estão disponíveis no Portal do Software Público Brasileiro para o uso de outras esferas do poder público e da sociedade em geral. Agora, com o apoio do PNUD, um dos softwares brasileiros disponíveis no site será traduzido para o espanhol e disponibilizado numa página própria, voltada aos latino-americanos.
Fonte: Latinoware
Created by André Luiz Gonçalves, last modified by André Luiz Gonçalves 03 Set 2009, at 01:02 PM
Created by Luis Felipe Costa, last modified by André Luiz Gonçalves 24 Ago 2009, at 01:39 PM
Created by Luis Felipe Costa, last modified by André Luiz Gonçalves 24 Ago 2009, at 01:33 PM
Clique aqui e conheça a página do governo eletrônico.
* Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, da Presidência da República (ITI/PR);
* SERPRO, empresa pública do Ministério da Fazenda.
A iniciativa contou com a participação e a colaboração de uma série de órgãos do Poder Executivo Federal, tanto na gestão como na realização dos trabalhos técnicos de montagem da arquitetura. As áreas cobertas pela e-PING, estão segmentadas em:
* Interconexão;
* Segurança;
* Meios de Acesso;
* Organização e Intercâmbio de Informações;
* Áreas de Integração para Governo Eletrônico.
A existência de uma infra-estrutura de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) que se preste como o alicerce para a criação dos serviços de governo eletrônico é o pré-requisito para o fornecimento de melhores serviços à sociedade, a custos mais baixos. Um governo moderno e integrado exige sistemas igualmente modernos e integrados, interoperáveis, trabalhando de forma íntegra, segura e coerente em todo o setor público.
Políticas e especificações claramente definidas para interoperabilidade e gerenciamento de informações são fundamentais para propiciar a conexão do governo, tanto no âmbito interno como no contato com a sociedade e, em maior nível de abrangência, com o resto do mundo – outros governos e empresas atuantes no mercado mundial. A e-PING é concebida como uma estrutura básica para a estratégia de governo eletrônico, aplicada inicialmente ao governo federal – Poder Executivo. Permite racionalizar investimentos em TIC, por meio do compartilhamento, reuso e intercâmbio de recursos tecnológicos.
Os recursos de informação do governo constituem valiosos ativos econômicos. Ao garantir que a informação governamental possa ser rapidamente localizada e transmitida entre os setores público e privado, mantidas as obrigações de privacidade e segurança, o governo auxilia no aproveitamento máximo deste ativo, impulsionando e estimulando a economia do país.
Governos de todo o mundo estão investindo fortemente no desenvolvimento de políticas, processos e estabelecimento de padrões em TIC, montando estruturas dedicadas para obter a interoperabilidade buscando o provimento de serviços de melhor qualidade a custos reduzidos.
O que é Interoperabilidade?
Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico - versão 2.0
Portaria nº 03, de 07 de Maio de 2007 (pdf)
A construção de sítios acessíveis é uma exigência do decreto 5.296, publicado em dezembro de 2004, que torna obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos da administração pública na rede mundial de computadores para o uso das pessoas com necessidades especiais, garantindo-lhes o pleno acesso aos conteúdos disponíveis.
O Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico (e-MAG), consiste em um conjunto de recomendações a ser considerado para que o processo de acessibilidade dos sítios e portais do governo brasileiro seja conduzido de forma padronizada e de fácil implementação.
O e-MAG é coerente com as necessidades brasileiras e em conformidade com os padrões internacionais. Foi formulado para orientar profissionais que tenham contato com publicação de informações ou serviços na Internet a desenvolver, alterar e/ou adequar páginas, sítios e portais, tornando-os acessíveis ao maior número de pessoas possível.
A primeira versão do e-MAG foi disponibilizada para consulta pública em 18 de janeiro de 2005 e a versão 2.0 já com as alterações propostas, em 14 de dezembro do mesmo ano.
Em 2007, a Portaria nº3, de 7 de maio, institucionalizou o e-MAG no âmbito do sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática – SISP, tornando sua observância obrigatória nos sítios e portais do governo brasileiro.
Iniciativas
Cursos e-MAG
Como forma de divulgar o e-MAG a SLTI desenvolveu Cursos a distância, que podem ser hospedados por órgãos do governo em seus ambientes de Ensino a Distância (EAD).
Saiba mais
ASES
O ASES - Avaliador e Simulador de AcessibilidadE sítios - é o produto da parceria entre o Departamento de Governo Eletrônico e a OSCIP Acessibilidade Brasil.
O ASES permite avaliar, simular e corrigir a acessibilidade de páginas, sítios e portais, sendo de grande valia para os desenvolvedores e publicadores de conteúdo.
Saiba mais
Fóruns
Os Fóruns e-MAG são fóruns voltados para a discussão e implementação do modelo. É um espaço para o desenvolvedor trocar experiências e tirar suas dúvidas.
Acesse o Fórum
Documentação de Apoio
São artigos que auxiliam e complementam as diretrizes da Cartilha Técnica. Para ter acesso a esses documentos visite a nossa biblioteca.
Acesse a Biblioteca
Created by Luis Felipe Costa, last modified by André Luiz Gonçalves 24 Ago 2009, at 01:28 PM
A origem do BrOffice.org remonta a meados da década de 90, quando a empresa alemã Star Division criou um pacote de escritório
chamado StarOffice e começou a distribui‑lo gratuitamente para as plataformas Windows e Linux.
Em 1999, a Star Division foi adquirida pela empresa americana Sun Microsystems. Logo após lançar o StarOffice5.2, em 13 de Outubro de 2000, a Sun Microsystems doou parte do código fonte do StarOffice para a comunidade de código aberto, tornando-se colaboradora e patrocinadora principal do recém lançado projeto OpenOffice.org. A iniciativa ganhou o apoio de diversas organizações do mundo tecnológico como Novell, Red Hat, Debian, Intel, Mandriva, além das importantes contribuições de desenvolvedores independentes, ONGs e agências governamentais. Essa comunidade, formada por programadores e usuários do mundo inteiro, é quem desenvolve o pacote desde então. Todos fazendo com que o OpenOffice.org não seja apenas uma alternativa livre em suítes de produtividade, mas a melhor e a mais avançada solução de automação de escritórios. Além, é claro, de uma formidável comunidade colaborativa.
Durante todo esse tempo, são quase 50 milhões de downloads contabilizados, dos mais de 40 idiomas diferentes nos quais o OpenOffice.org está disponível. Ao ser disponibilizado sobre as plataformas GNU/Linux, Windows, Sun Solaris e Mac OS X (X11), entre outras, o OpenOffice.org rompeu a barreira da conectividade, integrando usuários dos mais variados perfis e estabelecendo o Software Livre como uma alternativa concreta no até então invariável mercado de aplicativos para usuários finais.
No Brasil, uma comunidade de voluntários se formou com a missão de adaptar o OpenOffice.org para o português brasileiro. Em fevereiro de 2002, Raffaela Braconi, líder internacional da equipe do projeto L10N na época, repassou a função de coordenação da tradução para Claudio Ferreira
Filho. Além de Claudio Ferreira, entre os primeiros colaboradores do projeto estavam César 'Guanch' Melchior, Olivier Hallot e Gervásio Antônio. A esse grupo foi destinada a primeira grande tarefa do projeto, a tradução do glossário padrão, que daria o subsídio para a compilação das primeiras versões do OpenOffice.org em português do Brasil.
A partir de então, além da tradução, o projeto OpenOffice.org.br passou a organizar e desenvolver funcionalidades específicas para a versão brasileira do pacote. Foram criadas as listas de discussão, o projeto de Documentação, o Rau-tu, o projeto Extras e finalizadas as traduções das aplicações e da ajuda do software. O período coincide, também, com a organização de comunidades de Software Livre espalhadas por todo o país. Pela sua popularidade e organização o projeto OpenOffice.org.br passou a ser uma das referências dentro do cenário do Software Livre brasileiro, disseminando a utilização do pacote de aplicativos para usuários, empresas, entidades governamentais e organizações em geral.
Em 2004, no entanto, devido a problemas com a marca Open Office, registrada anteriormente por uma empresa do Rio de Janeiro, foi necessário trocar o nome da comunidade e do produto. Surgiu assim o BrOffice.org.
No dia 25 de janeiro de 2006, foi anunciado oficialmente o lançamento da ONG BrOffice.org que passou a organizar as atividades da comunidade OpenOffice.org.br. Apesar da mudança de nome, o BrOffice.org continou representando o OpenOffice.org, com a garantia de todos os instrumentos jurídicos de proteção à marca BrOffice.org.
A missão definida para a ONG alinhou-se às atividades da comunidade já em curso e inclui apoiar e desenvolver ações para fomentar a comunidade brasileira do BrOffice.org e seus projetos relacionados. Entre os objetivos da ONG BrOffice.org incluem-se a difusão do Software Livre e de Código Aberto, a sustentação do projeto BrOffice.org e a promoção do voluntariado.
Além disso, a criação da ONG BrOffice.org permitiu ao projeto relacionar-se com outras figuras jurídicas na forma da lei, seja através de contribuições financeiras, de equipamentos ou recursos em geral ou, ainda, através de projetos contratados junto a ONG, desde que alinhados com a missão e objetivos definidos em seu estatuto.
O anúncio foi acompanhado por diversas modificações na estrutura do projeto. Além da formalização através da ONG, o portal do projeto e a configuração do servidor foram totalmente remodelados. Essas ações foram motivadas pela necessidade de prover a estrutura necessária para o desenvolvimento das versões brasileiras do pacote, com recursos diferenciados em relação ao OpenOffice.org original.
O projeto BrOffice.org está pronto para o futuro. Mais aberto, mais funcional e mais interoperável. Irá Continuar trabalhando para disponibilizar aplicações de qualidade e ampla utilização, acreditando no Software Livre e na força do trabalho colaborativo.
A BrOffice.org Zine é a revista eletrônica do BrOffice.org. Sua periocidade é mensal, englobando as noticias do newsletter, agregado de tutoriais, dicas, anúncios, entrevistas e tudo o que envolve o BrOffice.org, OpenOffice.org internacional e ODF.
Você conhece esta grande ferramenta que tanto auxilia o uso do pacote de escritório, principalmente em órgãos públicos? saiba mais abaixo:
1. O que é o Edidoc?
É um gerador automático de documentação padronizada para o BrOffice.org 2.x.
2. A quem se destina o Edidoc?
O Edidoc foi criado para facilitar o trabalho das pessoas que necessitam gerar documentos padronizados e numerados seqüencialmente. Serve basicamente para a geração de documentação em ambientes administrativos, facilitando a organização e a recuperação das informações.
3. O Edidoc é um Software Livre?
Sim, o Edidoc é licenciado através da licença GNU GPL. Veja mais detalhes na seção Licença de Uso.
4. Onde posso fazer o download do Edidoc?
O Edidoc está disponível aqui.
Mais informações aqui.
Created by Luis Felipe Costa, last modified by André Luiz Gonçalves 24 Ago 2009, at 01:06 PM
O Governo Federal deu início a obrigatoriedade de utilização do Portal de Convênios para a celebração, a liberação de recursos, o acompanhamento da execução e a prestação de contas dos convênios firmados com recursos repassados voluntariamente pela União. Todo o processo de credenciamento e cadastramento de propostas também deverá ocorrer através desse ambiente.
A alteração vale para todos os usuários do novo sistema: órgãos federais com programas passíveis de convênios e contratos de repasse, bem como órgãos estaduais e municipais e Organizações Não-Governamentais que firmarem esses convênios e contratos com a União.
A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento disponibilizou os primeiros módulos de Educação a Distância (tutorial interativo e manuais), para a operacionalização do Portal de Convênios do Governo Federal. Esses conteúdos podem ser acessados através do endereço www.convenios.gov.br
Esses materiais estão sendo desenvolvidos em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO). O público-alvo são servidores públicos federais que atuam nessa área, bem como servidores de órgãos estaduais e municipais e representantes de Organizações Não-Governamentais interessados em firmar convênios para o recebimento de recursos de repasses voluntários da União.
Os conteúdos já disponibilizados abordam os procedimentos para a publicação de programas, credenciamento e cadastramento de órgãos que pretendem celebrar convênios com o Governo Federal e envio de propostas.
O Decreto N° 6.170, de 25 de julho de 2007, determinou que o Portal de Convênios do Governo Federal deverá registrar todas as informações sobre a transferência de recursos da União mediante convênios e contratos de repasse, incluindo todos os atos de celebração, alteração, liberação de recursos, acompanhamento da execução e prestação de contas.
Essas novas regras foram detalhadas pela Portaria N° 127, publicada no dia 30 de maio de 2008. Ambas as normas estão disponíveis na íntegra no portal www.convenios.gov.br.
Conforme o Decreto N° 6.170, o Ministério do Planejamento é o órgão central do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv). Sob a sua responsabilidade está o estabelecimento de diretrizes e normas a serem seguidas pelos órgãos públicos e demais usuários do sistema.
Lei n° 9.790, de 23 de março de 1999
Dispõe sobre a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público, institui e disciplina o Termo de Parceria, e dá outras providências.
Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993
Dispõe sobre a organização da Assistência Social e dá outras providências.
Estabelece a exigência de utilização do pregão, preferencialmente na forma eletrônica, para entes públicos ou privados, nas contratações de bens e serviços comuns, realizadas em decorrência de transferências voluntárias de recursos públicos da União, decorrentes de convênios ou instrumentos congêneres, ou consórcios públicos.
Decreto n° 1.819, de 16 de feverero de 1996
Disciplina as transferências de recursos da União por intermédio de instituições e agências financeiras oficiais federais e dá outras providências.
Dispõe sobre limites, prazos e condições para a execução do Decreto nº 5.504, de 5 de agosto de 2005.
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
software livre publico News 4CMBR loren latinoware pagina free latina linux america siprev
Database operation "select" failed
(exception ERROR, "ERRO: erro de sintaxe em ou próximo a ")"
LINE 1: ...('::xowiki::PageTemplate') and c.category_id in () and r.r...
^
")
while executing
"ns_pg_bind select nsdb0 {select count(*) as nr,category_id from category_object_map c, cr_items ci, cr_revisions r, xowiki_page p where c.object_id =..."
("uplevel" body line 1)
invoked from within
"uplevel $ulevel [list ns_pg_bind $type $db $sql]"
invoked from within
"db_exec select $db $full_statement_name $sql"
("uplevel" body line 2)
invoked from within
"uplevel 1 $code_block "
invoked from within
"db_with_handle -dbn $dbn db {
set selection [db_exec select $db $full_statement_name $sql]
set counter 0
while { [db_getrow $..."
(procedure "db_foreach" line 36)
invoked from within
"db_foreach [my qn get_counts] "select count(*) as nr,category_id from $sql group by category_id" {
$category($category_id) set count $n..."
(procedure "render" line 86)
invoked from within
"next"
(procedure "render" line 4)
invoked from within
"next"
invoked from within
"ns_cache eval xowiki_cache $key next"
(procedure "render" line 12)
::xotcl::__#1d ::xowiki::includelet::page_fragment_cache->render
invoked from within
"$includelet render"
Powered by:
