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Created by luis samia, last modified by luis samia 20 Abr 2010, at 12:00 AM
Audiência Pública discute a utilização dos espaços como complementação de cultura e educação para jovens.
Um debate promovido pela Comissão Especial instalada para proferir parecer sobre o Projeto de Lei nº 4.361/2004, que modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente, foi realizado na tarde do dia 13/4, no Plenário 11 da Câmara dos Deputados, em Brasília.
A proposta legislativa objetiva disciplinar o funcionamento dos Centros de Inclusão Digital (CID’s), tais como Pontos de Cultura, telecentros, lan houses e cybercafés.
O ministro da Cultura interino, Alfredo Manevy, foi um dos convidados à participar da discussão, juntamente com o secretário de Educação à Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky; e o presidente do Laboratório Brasileiro de Cultura Digital, Cláudio Prado. Também presentes à mesa de debates o deputado Paulo Teixeira (PT/SP), presidente da Comissão Especial, e o deputado Otávio Leite (PSDB/RJ), relator da matéria, que se declarou favorável à regulamentação das lan houses.
“Acho oportuno que o Congresso Nacional traga o tema para debate”, disse Alfredo Manevy, que destacou o precário acesso da população brasileira aos equipamentos culturais.
Ele ressaltou que os números crescentes da pirataria no país decorrem do ‘buraco’ causado pelo escasso investimento no setor: “Criaram uma economia cultural para poucos no Brasil. O Estado brasileiro não tratou a Cultura, em nosso passado recente, como um assunto estratégico da nação”.
O secretário executivo do MinC afirmou que as lan houses no país prestam um serviço que o governo ainda não atende plenamente. “Elas devem ser compreendidas como uma estrutura complementar de alcance à sociedade.” Ao considerar que o modelo de telecomunicação deixou frestas e reconhecer a Banda Larga como um serviço fundamental para inclusão digital, ele disse que o Vale-Cultura poderá vir a ser utilizado nesses ambientes.
Cláudio Prado, por sua vez, acredita que é preciso descriminalizar e desburocratizar o acesso aos meios digitais nas lan houses (local acess network - redes de acesso local). Para ele, a sociedade deve deixar de associar esses ambientes como “antros de perdição”.
Defendeu a utilização dos espaços como Pontos de Cultura e lan cinemas, visando a realização de atividades baseadas no meio digital: “A lan house é um lugar onde isso pode ser trabalhado”.
O uso de novas tecnologias aliadas à educação foi uma das soluções apresentadas durante a Audiência Pública. O secretário Carlos Eduardo Bielschwsky lembrou que “a escola é um bom lugar para que as crianças possam realizar sua educação e culturalização digital”.
A reformulação da legislação autoral foi outro tema abordado durante o debate. “Não podemos pensar em legalizar lan house proibindo tudo que seria proibido antes da existência da Internet. Portanto, a discussão tem que estar sincronizada com a reforma do Direito Autoral”, declarou Cláudio Prado.
Portal de Inclusão Digital
Created by luis samia, last modified by luis samia 20 Abr 2010, at 12:00 AM
O município de Estância, de 62 mil habitantes, no interior de Sergipe, inovou em seu programa de promoção de acesso à internet. Ao invés de investir em telecentros, a prefeitura decidiu dar tíquetes de acesso à internet em lan houses. Com isso, conseguiu fomentar a economia local e estimular o estudo entre os jovens.
O objetivo foi baratear os custos do projeto e fomentar o comércio local ao mesmo tempo em que atendia a demanda de professores e alunos por espaços de uso de internet.
“Esse modelo de inclusão digital se deve ao fato do bom custo/benefício para todos os envolvidos: poder executivo, lan houses, alunos e professores”, afirma Carlos Júnior, secretário de Cultura, Juventude e Desporto de Estância, conhecida como o “jardim de Sergipe”.
“Vivemos na era da informação e através deste empreendimento a nossa juventude tem direito ao acesso à internet. Se levarmos em consideração que informação é poder, estamos em busca do ‘empoderamento’ social”, resume.
O projeto começou em agosto de 2009, quando a prefeitura, com apoio do Sebrae, deu cursos a donos de lan houses da cidade para que esses espaços pudessem se tornar locais de inclusão digital –ou Centros de Internet Popular de Estância (Cipes), como o poder municipal os batizou.
Ao todo, 22 das 23 lan houses vinculadas à associação local participaram das aulas. Além dos donos, professores das redes municipal e estadual foram capacitados em “educação digital”, ou seja, tiveram aulas de como o conteúdo da internet poderia auxiliar as aulas e os estudos dos alunos.
Terminada a capacitação, os alunos ganharam tíquetes que permitem o uso gratuito das lan houses. Segundo o acordo feito, os jovens somente podem apresentar o cupom de acesso fora do horário escolar e não podem estar uniformizados. A utilização das máquinas também é condicionada pela autorização dos responsáveis.
O ticket dá direito a seis horas de uso por mês. Por 60 minutos, a prefeitura paga às lan houses um real. Ou seja, cada aluno custa seis reais por mês à prefeitura. O valor recebido por cada espaço, portanto, varia, já que os estudantes podem escolher onde e quando acessar.
Outra regra é que apenas 20% do tempo de uso diário pode ser gasto com entretenimento. A maior parte do período em que o jovem estiver na lan house deve ser dedicada a pesquisas relacionadas à escola. O controle é feito por monitores, que visitam os centros de computadores regularmente para se certificarem de que o acordo está sendo cumprido e entrevistam os jovens.
Caso seja verificado desrespeito, o aluno e a lan house são advertidos. Se o problema persistir, pode haver descredenciamento do estabelecimento e perda do direito de uso da internet gratuita pelo estudante. O secretário de Cultura, no entanto, minimiza problemas. “Como a concorrência é muito grande, nenhuma lan house quer ser punida com a exclusão da sua microempresa deste projeto, por isso procuram sempre estar dentro das normas estabelecidas dentro do contrato”, garante.
De acordo com a prefeitura, o programa hoje engloba 22 das 44 lan houses do município e envolve 900 jovens.
A inclusão digital em Estância é feita também por meio de telecentros do governo federal e do próprio município. Contudo, o acesso em alguns desses locais é difícil. “O modelo de lan houses gera renda e estimula a legalização dos negócios, muitos deles informais”, aponta Manoel Messias, diretor de juventude de Estância.
Para o presidente da associação de lan houses da cidade, Adilson dos Santos, o programa trouxe outras vantagens para os estabelecimentos. “Fomentou nossa clientela e melhorou a imagem das lan houses perante a população. Hoje os pais já nos veem como um lugar seguro para seus filhos”, garante.
Segundo Manoel Messias, o projeto tem despertado a atenção de outras prefeituras. Além de serem chamados a falar sobre a experiência da cidade em audiência na Câmara sobre a regulamentação das lan houses em abril, representantes de Estância têm levado o programa para outras cidades. “Goiânia e o governo do estado já vieram aqui conhecer o que fizemos, pois têm interesse de fazer algo do gênero”, comemora.
Fonte: Guia das Cidades Digitais
Created by Rosinaldo Filho, last modified by Rosinaldo Filho 18 Abr 2010, at 09:17 AM
| 03489260490 |
rosinaldofilho@hotmail.com |
Prefeitura Municipal do Sirinhaém |
Created by André Luiz Gonçalves, last modified by André Luiz Gonçalves 15 Abr 2010, at 12:00 AM
Amanhã dia,16 de abril às 14h:45m o 4CMBr realizará no 4º Encontro Nacional BrOffice.org uma palestra sobre o tema: Mais que uma estratégia de TI para os municípios brasileiros, que irá abordar os benefícios do uso do BrOffice pelos municípios. Mais informações no endereço: http://encontro.broffice.org/enbro4/
Created by André Luiz Gonçalves, last modified by André Luiz Gonçalves 14 Abr 2010, at 04:01 PM
Created by André Luiz Gonçalves, last modified by luis samia 12 Abr 2010, at 03:09 PM
Created by Henrique cunha, last modified by Henrique cunha 07 Abr 2010, at 07:45 PM
| 92084788153 |
ademil.hcf@ig.com.br |
Secretaria Municipal de Educação de Pacajá |
Created by luis samia, last modified by luis samia 30 Mar 2010, at 11:46 AM
Notícias
Eventos
Created by André Luiz Gonçalves, last modified by André Luiz Gonçalves 30 Mar 2010, at 12:00 AM
Lightning
Talk é uma das novidades da grade de programação desta edição do
evento. Atividade promove a interação entre os pontos de
transmissão do IV EnBrO e a participação do público.
Os participantes do IV
Encontro Nacional vão ter espaço para apresentar mini palestras
sobre qualquer assunto relacionado ao BrOffice.org durante os dois
dias do evento. O objetivo do LightningTalk é incentivar a difusão
de conhecimento e promover a interação entre as plateias de estados
diferentes. Aberto ao público, o IV EnBrO acontece nos dias 15 e 16
de abril nos estados brasileiros, sendo integrado nacionalmente por
videoconferência. As inscrições para o evento podem ser feitas no
site: http://encontro.broffice.org/enbro4
Com formato ágil e
descontraído, os Lightning Talks são palestras relâmpago com
duração máxima de cinco minutos. A proposta é ofertar espaço
para que os participantes possam compartilhar nacionalmente
informações, dicas e ideias que vão surgindo durante o evento. “O
Lightning Talk é uma das novidades desta edição do EnBrO, que
colocamos na grade de programação como forma de aproximar as
pessoas que estão em diferentes pontos de transmissão do Encontro.
Ao se inscrever para uma mini palestra, o participante passa da
condição de expectador e tem a oportunidade de contribuir,
apresentando assuntos práticos e objetivos, interessantes à
comunidade”, explica o Coordenador Geral do BrOffice.org, Claudio
Ferreira Filho.
Durante a programação
geral, a comissão organizadora vai anunciar abertura das inscrições
para o Ligth Talks. O espaço destinado a essa atividade é das
17h30 às 18h15, ou seja, 10 apresentações, em cada um dos dias do
Encontro. Para participar, os interessados devem enviar a sua
apresentação para o e-mail de inscrição que será divulgado no
decorrer do IV EnBrO. A apresentação pode ter, no máximo, dois
slides: o primeiro contendo o título da mini palestra, o nome do
palestrante e local (Estado / Cidade); no segundo, deve estar o
conteúdo a ser apresentado.
O IV EnBrO traz também
palestras sobre estratégias de adoção do BrOffice.org em
ambientes corporativos, setor público e privado, além de
informações sobre atividades da Comunidade, como o desenvolvimento
das ferramentas linguísticas Vero e CoGrO e a Revista BrOffice.org.
Além disso, estão previstos laboratórios de desenvolvimento de
código e extensões para o BrOffice.org. Veja a grade completa em:
http://encontro.broffice.org/enbro4/programacao
Serviço:
O quê:
IV Encontro Nacional BrOffice.org
Quando:
15 e 16 de abril
Lightning
Talk: das 17h30 às 18h15 – nos dois dias
Onde:
Pontos de videoconferência nos Estados Brasileiros
Locais
de transmissão: http://encontro.broffice.org/enbro4/localizacao
Inscrições:
http://encontro.broffice.org/enbro4/inscricao
Inscrições
para o Lightning Talk: por e-mail, durante o evento
Palestrantes:
http://encontro.broffice.org/enbro4/palestrantes
Quanto:
1kg de alimento não perecível
Created by Valdir Barbosa, last modified by Valdir Barbosa 24 Mar 2010, at 08:41 AM
| 091.560.938-02 |
valdir@adm.feis.unesp.br |
UNESP Universidade Estadual Paulista - Câmpus de Ilha Solteira |